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Minicidade habilitará soluções brasileiras para Cidades Inteligentes

Brasília, 04 de outubro de 2017 - Iluminação, segurança pública, mobilidade, coleta do lixo, gestão do uso das águas, prevenção de desastres naturais entre outras questões públicas tudo de forma inteligente. Facilitar a vida da população é o desafio das Smart Cities (Cidades Inteligentes).

Nesta terça-feira (3), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) apresentou, no Futurecom 2017, em São Paulo, o projeto do “Ambiente de Demonstração de Tecnologias para Cidades Inteligentes”. A palestra foi dada pelo líder do projeto na ABDI, Carlos Frees. “O futuro das cidades brasileiras e da competitividade da indústria de tecnologias digitais e internet das coisas começa a ser moldado agora”, aponta.

O projeto da ABDI em parceria com o Inmetro está viabilizando um ambiente de avaliação e demonstração de soluções de cidades inteligentes. “A Agência fez um chamamento entre as empresas brasileiras que têm tecnologia para apresentar, e recebemos muitas propostas”, destaca Frees. Até então, 101 empresas se cadastraram e registraram 130 soluções. A maioria dos projetos envolve infraestrutura digital, em segundo lugar aparecem opções de iluminação, energia.

O ambiente de demonstração está sendo montado no campus do Inmetro, em Xerém, no Rio de Janeiro. Em 2018, algumas soluções já serão colocadas à prova. “Os prefeitos, além de obter referências para tornar a Cidade Inteligente, podem identificar a partir de um portfólio de opções avaliadas as que atendem as demandas específicas de seus municípios. Para as empresas é importante porque elas podem qualificar suas soluções e mostrar que o produto oferecido realmente funciona”, ressalta o líder do projeto pela ABDI.

Alguns projetos de Smart Cities já estão funcionando em cidades brasileiras. Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Belém do Pará (PA), Maceió (AL), Manaus (AM) e Porto Velho (RO), por exemplo, contam com iluminação inteligente. A implementação deste modelo pode gerar uma economia de até 60% na conta de luz dos municípios. Segundo cálculos do Banco Interamericano de Desenvolvimento, a implementação de um projeto de iluminação inteligente custa entre R$ 10 e R$ 30 milhões para um aglomerado urbano de até 500 mil pessoas.

Na quarta-feira, Carlos Frees participou do debate “Como as Novas Tecnologias Proporcionam Melhorias na Gestão das Cidades Inteligentes?”, também na Futurecom.  

Futurecom – O evento, que ocorre há 19 anos na América Latina, é um dos mais importantes das áreas de Telecomunicação e de Tecnologia da Informação. As palestras e exposições desta edição acontecem em São Paulo, de 2 a 5 de outubro, no Transamerica Expo Center. Ao longo dos anos, o Futurecom contou com a presença de mais de mil expositores diferentes e recebeu cerca de cem mil visitantes. Surgido em 1998, na cidade de Foz do Iguaçu, o evento foi transferido para Florianópolis, onde aconteceu entre 2001 e 2007. A partir de sua décima edição, passou para São Paulo, com duas edições no Rio de Janeiro em 2012 e 2013. Só no ano passado, foram 22.000 visitantes de 45 países, 250 empresas expositoras de vários continentes, 4.000 congressistas e 400 palestrantes.

Assessoria de Comunicação
Fernando Rotta
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