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Indústria automotiva apoia Rota 2030

Brasília, 22 de janeiro de 2018 - A indústria automotiva declarou total apoio ao Rota 2030 - nova política para setor, que vem sendo desenhada pelo Governo Federal. Para o presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Antonio Megale, a aprovação de política permite mais investimentos. “O Rota 2030 dá previsibilidade ao empresário. O desenvolvimento de novas tecnologias demora, então, é preciso saber quais regras estarão valendo para os próximos 10 anos”, destaca. As declarações foram dadas, nesta sexta (19), durante encontro no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em Brasília.

Assim como a Anfavea, toda a cadeia apoiou o projeto. Flávio Del Soldato, do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), aponta que o programa foi construído em conjunto. “Foram mais de 100 pessoas trabalhando todo o ano de 2017 na proposta. Não foi o governo que nos apresentou algo pronto e tivemos que aceitar, fizemos tudo junto”. Os importadores foram na mesma linha. “Independente do modelo tributário que o Brasil adotar, nós precisamos saber qual a política para definir os próximos passos da indústria”, defendeu José Luiz Gandini, presidente da Associação Brasileira das Empresas Fabricantes e Importadores de Veículos (Abeifa).

O programa Rota 2030 definirá a política da indústria automotiva pelos próximos 15 anos. Ele ainda não foi aprovado porque o modelo de incentivo para a Pesquisa e Desenvolvimento (P & D) gerou impasse. O MDIC defende um incentivo para os fabricantes que alçarem metas de eficiência energética. Seria R$1,5 bi em renúncia fiscal para o investimento em P & D. O ministério da Fazenda é contrário. A questão deve ser definida pelo presidente, Michel Temer, em fevereiro.

O ministro interino da Indústria, Marcos Jorge, aponta que o mais importante é o Brasil apresentar uma política para o setor. “Teremos política automotiva, o que falta é definir o desenho final”. Para o diretor de Desenvolvimento Produtivo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Miguel Nery, o apoio de toda a cadeia automotiva é fundamental para a política funcionar. “Foram centenas de reuniões, a ABDI ajudou a construir o programa, e as falas da indústria revelam um resultado positivo do trabalho”, destaca.   

Assessoria de Comunicação
Fernando Rotta
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