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Cidades inteligentes sinônimo de redução de custos

Transformação e tecnologia 4.0 nas cidades significam mais eficiência e melhor gestão para as cidades e para o setor produtivo

CCOM | 29/01/2021

A adoção de tecnologias inteligentes nas cidades significa mais qualidade de vida para a população e melhor gestão para o setor público. “Se a gente pensar só em questão de iluminação pública mais eficiente e inteligente, por exemplo, estamos falando de redução de custos para as próprias cidades  na adoção de tecnologia eficientes” , afirmou o presidente da ABDI, Igor Calvet, durante reunião do conselho temático de micro e pequenas empresas da Federação das Indústrias do Maranhão (FIEMA).

Segundo Igor Calvet, o processo de transformação digital que está acontecendo nas cidades de todo o mundo ocorre também no Brasil e é um transbordamento da indústria 4.0. “Dados do Fórum Econômico Mundial dão conta de que nos próximos dez anos esse processo de transformação da indústria vai gerar em torno de 10 trilhões de dólares por ano na próxima década. Há impactos tremendos na adoção dessas tecnologias”, disse.

Dados da ABDI revelam que o impacto das tecnologias 4.0 na indústria pode chegar a 73 bilhões de reais por ano de redução de custos. “Estamos falando de oportunidade para o setor privado e para as cidades que a cada dia ficam cada vez mais accessível”, revelou Igor. O conselho da FIEMA se reuniu para debater a Tecnologia e inovação direcionada à indústria e à sociedade com a temática da transformação digital e cidades inteligentes. Além do presidente da ABDI, o encontro contou com a participação do secretário nacional de mobilidade urbana, do ministério do Desenvolvimento Regional, Tiago Pontes Queiroz, e do superintendente da Sudene, Evaldo da Cruz neto. 

"Cidades inteligentes é um conceito de extrema importância para o mundo moderno e principalmente para o desenvolvimento do nosso estado. são novas tendências que chegaram para ficar, demonstrando que a transformação digital das empresas e da população é extremamente necessária e urgente", disse o presidente da FIEMA, Edilson Baldez das Neves.