Trilhas por porte de indústria

O REINVENTA BR entende que indústrias de diferentes portes enfrentam desafios únicos. Por isso, estruturamos trilhas de desenvolvimento distintas, garantindo que a linguagem, as ferramentas e o ritmo sejam adequados à complexidade da sua organização.

PARA GRANDES EMPRESAS

Uma jornada robusta com abordagem focada em conectar estratégia corporativa com execução prática em ambientes complexos.

Contextualização Conceitual

Aprofundamento em teorias de inovação aberta aplicadas a grandes estruturas, garantindo alinhamento estratégico.

Atividades Práticas

Dinâmicas ‘mão na massa’ para validar conceitos e gerar valor imediato, conectando a teoria à realidade fabril.

Gestão de Complexidade

Ferramentas específicas para navegar a burocracia corporativa e escalar soluções internamente com segurança.

PARA MÉDIAS EMPRESAS

Desenhada para agilidade e crescimento, esta trilha destaca as adaptações para estruturas mais enxutas, mantendo o rigor metodológico.

Agilidade na Execução

Ciclos de inovação mais curtos e focados, aproveitando a menor burocracia para testar e implementar rapidamente.

Adaptação de Recursos

Ferramentas dimensionadas para equipes menores, focando na otimização de recursos existentes e parcerias estratégicas.

Mesmos Princípios de Valor

Mantemos a essência andragógica e os elementos estruturantes de valor, garantindo a mesma qualidade de aprendizado.

Capacidades

Clique em uma capacidade para aprofundar seu conhecimento e visualizar as ferramentas disponíveis.

Capacidade
Absortiva

Processos estruturados para identificar, assimilar e aplicar conhecimento externo dentro da sua organização.

Alinhamento Estratégico e Organizacional

Estratégias para conectar objetivos corporativos com oportunidades de inovação aberta, garantindo sinergia organizacional.

Mecanismos
de Fomento

Mapeamento e acesso a incentivos fiscais, subvenções e fontes de financiamento para impulsionar a inovação.

Gestão do Conhecimento e PI​

Proteção e valorização dos ativos intelectuais, garantindo segurança jurídica e competitividade.

P&D Interno

Fortalecimento das atividades de pesquisa e desenvolvimento interno como base para parcerias externas.

Capacidade Absortiva

Aptidão da empresa para identificar, assimilar e explorar conhecimento do ambiente externo, sendo considerada fundamental para converter fluxos de conhecimento em resultados concretos. Sem essa habilidade, as parcerias externas podem não gerar o valor esperado, pois o conhecimento obtido não é devidamente internalizado e capilarizado. Para extrair valor das oportunidades e parcerias, a empresa precisa ter a capacidade de absorver os resultados dessas interações de forma sistêmica e estruturada.

Grandes indústrias: Jornadas de evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo estrutura a capacidade absortiva da empresa através de um framework de demanda técnica (RFP interna) que traduz desafios operacionais em requisitos de engenharia e negócio. A iniciativa padroniza a linguagem técnica para eliminar ambiguidades e desperdícios na prospecção de parceiros externos. O resultado é uma seleção de ICTs e startups com fit tecnológico superior, garantindo que o conhecimento externo seja internalizado como ganho operacional real, reduzindo riscos de adoção e acelerando o tempo de resposta aos problemas da indústria.

NÍVEL 2 → 3

O módulo implementa um programa de integração técnica via job rotation e workshops de transferência de tecnologia entre Inovação, P&D e Operações. A iniciativa converte conteúdos complexos, como patentes e ativos de ICTs, em protocolos de aplicação prática, eliminando silos funcionais que travam a inovação. O resultado é a aceleração da internalização tecnológica e a redução do tempo de implementação de soluções externas, garantindo que o conhecimento técnico flua sem barreiras entre as áreas e se converta rapidamente em ganho de produtividade no ambiente industrial.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa simulações realistas de alta complexidade para testar a governança e a tomada de decisão sob pressão. A iniciativa funciona como um campo de provas controlado para negociações críticas, crises em PI e parcerias com ICTs, eliminando vieses e resistências estruturais. O resultado é o aumento da maturidade decisória (Nível 4) e a blindagem dos rituais de due diligence, garantindo que a liderança esteja preparada para proteger investimentos e acelerar a captura de valor em cenários de alto risco tecnológico.

Médias Indústrias: Jornada de Evolução

NÍVEL 1 → 2

Esse módulo implementa o scouting tecnológico orientado a requisitos de negócio, convertendo dores operacionais em roteiros de prospecção sistemática. A iniciativa substitui a busca intuitiva por rotinas de mapeamento e análise de tecnologias externas com foco em viabilidade. O resultado é a aceleração dos ciclos de decisão e a mitigação de riscos de desalinhamento com ICTs, garantindo que a prospecção de soluções emergentes se traduza em ganhos de competitividade e eficiência.

NÍVEL 2 → 3

O módulo introduz rituais de benchmarking estruturado e auditoria de casos internos para elevar a capacidade absortiva da organização. A iniciativa converte visitas técnicas e estudos de fronteira em insumos para a tomada de decisão, eliminando o risco de análises superficiais. O resultado é a institucionalização de um mecanismo permanente de incorporação tecnológica que reduz o retrabalho e garante que o conhecimento externo seja validado e aplicado como solução escalável.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa a governança de conhecimento avançada para converter benchmarks e insights de mercado em decisões de alto impacto. A iniciativa utiliza visitas técnicas a ecossistemas maduros para gerar apresentações executivas focadas em evidências, riscos e recomendações estratégicas para a diretoria. O resultado é a institucionalização de um processo de conversão de inteligência externa em ação concreta, garantindo que o aprendizado se transforme em vantagem competitiva e decisões de investimento conscientes.

Alinhamento estratégico e organizacional

No contexto de inovação aberta, o alinhamento estratégico e organizacional constitui a capacidade de articular ambições de curto, médio e longo prazo ao modelo de negócios e à governança da empresa. Ela se manifesta principalmente na relação entre modelo de negócios, estruturas de gestão e cultura organizacional.

Grandes indústrias: Jornadas de evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo de microlearning e nanolearning implementa um framework de execução ágil focado em governança, tese com ICTs e go-to-market. O objetivo é padronizar a tomada de decisão técnica e eliminar gargalos em projetos desconectados da estratégia corporativa. O resultado é a mitigação de riscos de investimento e a aceleração da captura de valor através de um pipeline de inovação mais disciplinado e orientado ao mercado.

NÍVEL 2 → 3

O módulo implementa rituais de decisão e dashboards de alocação de capital, integrando alçadas financeiras a playbooks de governança e gestão de riscos com ICTs. A iniciativa transforma a inovação em um ativo estratégico-financeiro, substituindo decisões intuitivas por processos estruturados de stage-gate e análise de sensibilidade. O resultado é a transparência total sobre o ROI dos investimentos, maior velocidade na liberação de recursos e a mitigação de riscos legais e técnicos, garantindo disciplina na execução da estratégia e equilíbrio entre horizontes de inovação.

NÍVEL 3 → 4

O módulo integra Coaching e Workshops para elevar a maturidade da inovação do nível operacional ao estratégico. Enquanto o coaching desenvolve as soft skills (negociação e inteligência emocional) necessárias para lidar com parcerias complexas, o workshop formaliza a estrutura de um Comitê de Inovação. O foco é garantir que a governança não seja apenas um processo escrito, mas uma prática ancorada em líderes capacitados para mediar conflitos e tomar decisões coletivas de alto impacto.

Médias Indústrias: Jornada de Evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo implementa um framework de nivelamento tático e workshop de decisão estratégica para unificar o repertório das lideranças sobre inovação aberta. A iniciativa substitui visões fragmentadas por critérios padronizados de governança de portfólio, parcerias com ICTs e business cases tecnológicos. O resultado é a criação de uma base institucional de decisão que elimina inconsistências na priorização de projetos, garantindo que todas as áreas atuem com alinhamento, agilidade e coerência estratégica frente ao mercado.

NÍVEL 2 → 3

O módulo estrutura a governança de inovação via workshops de alinhamento multidisciplinar e criação de playbooks baseados na ISO 56001. A iniciativa formaliza papéis entre P&D, jurídico e áreas de negócio, estabelecendo critérios de decisão para mini-gates e análise de riscos técnicos e legais. O resultado é a eliminação de processos fragmentados e da informalidade decisória (Nível 3), garantindo ciclos de inovação mais rápidos, previsibilidade jurídica e total alinhamento estratégico nas parcerias com ICTs.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa uma matriz de priorizações e rotinas trimestrais de alinhamento com a diretoria para garantir a coerência entre tese e alocação de recursos. A iniciativa formaliza os limites de escopo e áreas de investimento, acelerando decisões em escala organizacional. O resultado é a eliminação da dispersão de capital e o fortalecimento do accountability, protegendo a agenda de inovação contra interesses concorrentes e garantindo foco total em vetores reais de crescimento.

Mecanismos de fomento

No Brasil, o ambiente regulatório e os instrumentos de incentivo — como legislações setoriais, regimes setoriais (como do setor da mobilidade) e linhas de financiamento de agências de fomento — criam as bases para que empresas ampliem investimentos em P&D e estabeleçam parcerias estratégicas com universidades e centros de pesquisa.  Esses mecanismos podem reduzir riscos, diversificar fontes de financiamento e assegurar viabilidade financeira para projetos de maior complexidade tecnológica.

Grandes indústrias: Jornadas de evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo utiliza micro conteúdos e dinâmicas de engajamento para capacitar as áreas na identificação de incentivos fiscais e fomento (Lei do Bem, Finep, Embrapii). A iniciativa traduz exigências técnicas em missões práticas, criando a base para o reconhecimento de projetos elegíveis no fluxo de P&D. O resultado é a construção de um pipeline de captação de recursos e a redução de perdas financeiras por falta de enquadramento, garantindo que a organização maximize a recuperação de impostos e o acesso a capital subsidiado.

NÍVEL 2 → 3

O módulo implementa simuladores de captação e desafios de escrita técnica para elevar a autonomia na submissão de editais estratégicos (Nível 3). A iniciativa utiliza dinâmicas de portfólio e matrizes de elegibilidade para ICTs, capacitando os times a estruturar propostas competitivas sem dependência externa. O resultado é o aumento da taxa de aprovação junto a agências de fomento e a otimização do capital para inovação, garantindo maior volume de recursos captados e alinhamento total com as metas de P&D da companhia.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa oficinas de ajuste sistêmico no ERP e de estratégia de capital para unificar a lógica técnica, fiscal e financeira. A iniciativa automatiza a segregação de custos de P&D, garantindo conformidade plena com a Lei do Bem e eliminando riscos de auditoria. O resultado é a institucionalização de um plano de financiamento de longo prazo que combina capital próprio e crédito subsidiado, assegurando previsibilidade de investimento para projetos de alto risco e maximizando o retorno sobre o capital investido.

Médias Indústrias: Jornada de Evolução

NÍVEL 1 → 2

Este módulo habilita a organização a prospectar e acessar estrategicamente incentivos fiscais e linhas de financiamento (Lei do Bem, Finep, Embrapii). A entrega institucionaliza o protocolo ‘Fomento em 3 passos’, que converte projetos de P&D em ativos elegíveis para captação de recursos e recuperação de impostos. O resultado é a redução imediata do custo de capital da inovação e a blindagem fiscal da companhia, garantindo a máxima eficiência financeira e o aproveitamento integral de subsídios governamentais.

NÍVEL 2 → 3

Este módulo profissionaliza a submissão de projetos para agências de fomento (Finep, BNDES), instalando rigor técnico na elaboração de pré-propostas e na seleção de parceiros tecnológicos. A entrega estabelece a matriz de elegibilidade e fluxos de validação de ICTs, garantindo que as submissões cumpram 100% dos requisitos dos editais. O resultado é o aumento da taxa de aprovação de recursos e a eliminação de retrabalhos por erros de interpretação, assegurando que a organização acesse editais de maior porte com conformidade plena e competitividade técnica.

NÍVEL 3 → 4

Este módulo integra as lógicas técnica, fiscal e financeira da companhia através da automação da segregação de custos de P&D no ERP e da estruturação de um plano de financiamento multinefasto. A entrega elimina falhas manuais e garante conformidade auditável para a Lei do Bem, combinando capital próprio e crédito subsidiado para viabilizar projetos de alto risco (H2 e H3). O resultado é a blindagem contra riscos de auditoria e a garantia de previsibilidade orçamentária, maximizando a recuperação de impostos e o fôlego financeiro para a inovação estratégica.

Gestão de conhecimento e de propriedade intelectual

Constitui uma capacidade estratégica que assegura o equilíbrio entre abertura e proteção dos conhecimentos transacionados. Nesse contexto, empresas assumem papéis tanto de compradoras quanto de vendedoras de ativos de PI, realizando o licenciamento de tecnologias externas e internas de acordo com sua estratégia de negócios.

Grandes indústrias: Jornadas de evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo implementa sistemas de IA para a gestão autônoma de Propriedade Intelectual (PI), convertendo requisitos jurídicos em ferramentas de consulta imediata para áreas técnicas. A iniciativa democratiza o compliance de PI e elimina gargalos operacionais no departamento jurídico, acelerando o registro e a proteção de ativos. O resultado é a mitigação de riscos de perda de direitos e a redução de retrabalhos, garantindo que a inovação seja blindada no fluxo cotidiano de P&D através de uma governança digitalizada e escalável

NÍVEL 2 → 3

Este módulo estabelece fóruns de prática para converter a complexidade jurídica de Propriedade Intelectual em inteligência operacional distribuída entre as áreas. O foco reside na padronização de minutas, modelos de licenciamento e protocolos de titularidade para inovação aberta. A iniciativa reduz conflitos pré-contratuais e acelera os ciclos de negociação com parceiros. O benefício é uma operação blindada e autônoma, capaz de formalizar parcerias com agilidade e plena segurança jurídica.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa fóruns de prática e inteligência distribuída para elevar a gestão de PI ao nível estratégico (Nível 4). Através de rodadas guiadas sobre due diligence, FTO e licenciamento, a iniciativa converte riscos jurídicos em decisões de negócio ágeis, reduzindo a dependência do departamento jurídico. O resultado é a institucionalização de competências críticas que eliminam erros em parcerias tecnológicas e transformam a Propriedade Intelectual em uma alavanca de competitividade e novos modelos de receita.

Médias Indústrias: Jornada de Evolução

NÍVEL 1 → 2

Este módulo estabelece a blindagem jurídica inicial da organização através da implementação de protocolos de compliance para Propriedade Intelectual e colaboração externa. A entrega integra guias operacionais de interação com o jurídico e minutas estratégicas de NDA para acelerar a formalização de parcerias com segurança. O resultado é a mitigação imediata de riscos legais em processos de inovação aberta, substituindo vulnerabilidades operacionais por uma cultura de proteção de ativos intangíveis e garantindo que a empresa atue com soberania técnica desde o primeiro contato com parceiros externos.

NÍVEL 2 → 3

Este módulo instala a capacidade crítica de análise de risco e governança de Propriedade Intelectual (PI) necessária para negociações de alta complexidade. Através de simulações de acordos e handbooks operacionais, a iniciativa habilita as equipes a interpretar cláusulas de titularidade e realizar due diligence técnica com autonomia. O resultado é a redução drástica de vulnerabilidades contratuais e a eliminação de assimetrias entre as áreas técnica e jurídica, garantindo parcerias externas seguras, velozes e totalmente alinhadas à estratégia de defesa de ativos da companhia.

NÍVEL 3 → 4

Este módulo consolida a infraestrutura organizacional para a proteção e gestão estratégica de ativos intangíveis, elevando a governança de PI ao nível de maturidade máxima (Nível 4). A entrega formaliza processos de cessão de direitos, fluxos de titularidade e análises avançadas de Liberdade de Operação (FTO) para blindar investimentos de prototipagem e comercialização. O resultado é a transformação do conhecimento em patrimônio jurídico permanente, garantindo total rastreabilidade, eliminação de ambiguidades contratuais e a segurança necessária para escalar inovações disruptivas sob controle total da organização.

Pesquisa e desenvolvimento interno

Embora a inovação aberta dependa de redes externas, a pesquisa e desenvolvimento interno permanece como pilar importante na relação de empresas com universidades. Organizações com P&D robusto conseguem interagir de maneira qualificada com parceiros externos e transformar ideias em soluções aplicáveis. O P&D interno define o que deve ser feito externamente, e absorve os resultados de colaborações, sendo responsável por transformar o conhecimento externo em produtos concretos.

Grandes indústrias: Jornadas de evolução

NÍVEL 1 → 2

O módulo estabelece o nivelamento tático das lideranças via workshops de prontidão sobre TRL/MRL e validação experimental. A iniciativa substitui o conhecimento fragmentado por uma linguagem técnica padronizada, eliminando assimetrias entre áreas operacionais e de P&D. O resultado é a redução de erros nos gates de decisão e a transformação do P&D em um habilitador estratégico, garantindo que o desenvolvimento tecnológico seja acelerado por critérios claros de manufatura e viabilidade comercial.

NÍVEL 2 → 3

O módulo implementa mentorias técnicas e protocolos de troca de experiências para converter o conhecimento tácito em ativos de prontidão industrial. A iniciativa foca na aplicação prática de TRL/MRL e no rigor documental, eliminando a dependência de especialistas isolados e a repetição de erros históricos. O resultado é a institucionalização de critérios técnicos homogêneos, que reduzem a subjetividade nas validações e garantem decisões seguras sobre a escalabilidade de projetos de P&D.

NÍVEL 3 → 4

O módulo implementa simulações de alto nível para o estresse de governança e gestão de portfólio tecnológico. A iniciativa atua como um simulador avançado onde lideranças decidem sobre alocação de recursos, critérios de gate e riscos industriais sob pressão. O resultado é a desfragmentação entre P&D, Engenharia e Manufatura, consolidando o Nível 4 de maturidade. Ao simular decisões críticas, a empresa blinda o comitê contra vieses e erros de investimento, garantindo precisão técnica e velocidade na execução da estratégia.

Médias Indústrias: Jornada de Evolução

NÍVEL 1 → 2

Este módulo institui o rigor metodológico no P&D interno através da implementação dos frameworks TRL e MRL como critérios obrigatórios de decisão. A entrega substitui a informalidade por fluxos de experimentação baseados em evidências, checklists de autoavaliação e documentação técnica rastreável aplicada a projetos-piloto. O resultado é a eliminação de erros de julgamento e retrabalhos, garantindo que o desenvolvimento tecnológico possua previsibilidade, segurança documental e uma base sólida para a escalabilidade industrial dos projetos

NÍVEL 2 → 3

Este módulo visa profissionalizar o avanço tecnológico através da implementação de gate reviews baseadas em evidências técnicas e viabilidade industrial. A entrega estabelece critérios formais para a transição entre estágios de P&D, utilizando os frameworks TRL e MRL para mitigar riscos no escalonamento de pilotos. O resultado é a eliminação de avanços precoces e falhas de alocação de recursos, garantindo que projetos de alta complexidade possuam robustez metodológica e segurança técnica para transitar do ambiente experimental para a escala industrial.

NÍVEL 3 → 4

Este módulo institucionaliza a gestão estratégica do P&D através da implementação de um sistema de governança baseado em roadmaps tecnológicos e painéis de decisão TRL/MRL. A entrega estabelece mecanismos formais de priorização e accountability, alinhando iniciativas de curto e longo prazo (ambidestria) à visão de negócio da companhia. O resultado é a eliminação de projetos ‘zumbis’ e da dispersão de capital, garantindo previsibilidade sobre o impacto dos investimentos e consolidando uma estrutura decisória madura (Nível 4) para a aceleração tecnológica.