Do modelo fechado ao funil furado: a inovação aberta como fator de sobrevivência

Do modelo fechado ao funil furado: a inovação aberta como fator de sobrevivência

A analista de Produtividade e Inovação da ABDI, Lanna Dioum, participou do evento Convergência, iniciativa da rede Conexão Inovação Pública

“A inovação é o único meio pelo qual a civilização pode sobreviver.” A afirmação abre a palestra “Inovação Aberta: adopto or die”, que a analista de inovação e produtividade da ABDI Lanna Dioum ministrou no evento “Convergência”, iniciativa do Conexão Inovação Pública, rede de inovação no setor público formada por servidores públicos criada para aprimoramento de agentes para fornecer ao cidadão melhores serviços públicos.

Desde os modelos tradicionais de inovação, que iniciavam no laboratório de pesquisa e desenvolvimento das grandes empresas e encerravam com o lançamento do produto no mercado, até as possibilidades da criação coletiva de soluções por pessoas, startups, institutos de pesquisa, a inovação se apresenta como propulsora do desenvolvimento tecnológico no mundo. “A inovação aberta permite que o processo gere muito mais que um único produto, por mais significativo que seja. Outros roadmaps são criados e extravasam o processo inicial. Assim, a inovação é capaz de alcançar a solução de outros problemas, em um processo crescente de geração de valor”, avalia.

ABDI Open
De acordo com Henry Chesbrough, em 1981, 70% do P&D era feito por empresas grandes (mais de 25 mil empregados); em 2011, esse percentual caiu para 35%, sendo que empresas pequenas empresas (menos de mil empregados) foram responsáveis por 25% dos investimentos em P&D. “Essas são as conhecidas startups, ágeis e com metodologia diferenciada, capazes de acelerar o processo de inovação no mundo.” A aproximação das empresas tradicionais com as startups é foco da estratégia ABDI Open, que reúne iniciativas como o Vetor de Inovação Aberta com Startups (VIAS), e outras ações.

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