O REINVENTA BR entende que indústrias de diferentes portes enfrentam desafios únicos. Por isso, estruturamos trilhas de desenvolvimento distintas, garantindo que a linguagem, as ferramentas e o ritmo sejam adequados à complexidade da sua organização.
Uma jornada robusta com abordagem focada em conectar estratégia corporativa com execução prática em ambientes complexos.
Aprofundamento em teorias de inovação aberta aplicadas a grandes estruturas, garantindo alinhamento estratégico.
Dinâmicas ‘mão na massa’ para validar conceitos e gerar valor imediato, conectando a teoria à realidade fabril.
Ferramentas específicas para navegar a burocracia corporativa e escalar soluções internamente com segurança.
Desenhada para agilidade e crescimento, esta trilha destaca as adaptações para estruturas mais enxutas, mantendo o rigor metodológico.
Ciclos de inovação mais curtos e focados, aproveitando a menor burocracia para testar e implementar rapidamente.
Ferramentas dimensionadas para equipes menores, focando na otimização de recursos existentes e parcerias estratégicas.
Mantemos a essência andragógica e os elementos estruturantes de valor, garantindo a mesma qualidade de aprendizado.
Clique em uma capacidade para aprofundar seu conhecimento e visualizar as ferramentas disponíveis.
Aptidão da empresa para identificar, assimilar e explorar conhecimento do ambiente externo, sendo considerada fundamental para converter fluxos de conhecimento em resultados concretos. Sem essa habilidade, as parcerias externas podem não gerar o valor esperado, pois o conhecimento obtido não é devidamente internalizado e capilarizado. Para extrair valor das oportunidades e parcerias, a empresa precisa ter a capacidade de absorver os resultados dessas interações de forma sistêmica e estruturada.
NÍVEL 1 → 2
O módulo estrutura a capacidade absortiva da empresa através de um framework de demanda técnica (RFP interna) que traduz desafios operacionais em requisitos de engenharia e negócio. A iniciativa padroniza a linguagem técnica para eliminar ambiguidades e desperdícios na prospecção de parceiros externos. O resultado é uma seleção de ICTs e startups com fit tecnológico superior, garantindo que o conhecimento externo seja internalizado como ganho operacional real, reduzindo riscos de adoção e acelerando o tempo de resposta aos problemas da indústria.
NÍVEL 2 → 3
O módulo implementa um programa de integração técnica via job rotation e workshops de transferência de tecnologia entre Inovação, P&D e Operações. A iniciativa converte conteúdos complexos, como patentes e ativos de ICTs, em protocolos de aplicação prática, eliminando silos funcionais que travam a inovação. O resultado é a aceleração da internalização tecnológica e a redução do tempo de implementação de soluções externas, garantindo que o conhecimento técnico flua sem barreiras entre as áreas e se converta rapidamente em ganho de produtividade no ambiente industrial.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa simulações realistas de alta complexidade para testar a governança e a tomada de decisão sob pressão. A iniciativa funciona como um campo de provas controlado para negociações críticas, crises em PI e parcerias com ICTs, eliminando vieses e resistências estruturais. O resultado é o aumento da maturidade decisória (Nível 4) e a blindagem dos rituais de due diligence, garantindo que a liderança esteja preparada para proteger investimentos e acelerar a captura de valor em cenários de alto risco tecnológico.
NÍVEL 1 → 2
Esse módulo implementa o scouting tecnológico orientado a requisitos de negócio, convertendo dores operacionais em roteiros de prospecção sistemática. A iniciativa substitui a busca intuitiva por rotinas de mapeamento e análise de tecnologias externas com foco em viabilidade. O resultado é a aceleração dos ciclos de decisão e a mitigação de riscos de desalinhamento com ICTs, garantindo que a prospecção de soluções emergentes se traduza em ganhos de competitividade e eficiência.
NÍVEL 2 → 3
O módulo introduz rituais de benchmarking estruturado e auditoria de casos internos para elevar a capacidade absortiva da organização. A iniciativa converte visitas técnicas e estudos de fronteira em insumos para a tomada de decisão, eliminando o risco de análises superficiais. O resultado é a institucionalização de um mecanismo permanente de incorporação tecnológica que reduz o retrabalho e garante que o conhecimento externo seja validado e aplicado como solução escalável.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa a governança de conhecimento avançada para converter benchmarks e insights de mercado em decisões de alto impacto. A iniciativa utiliza visitas técnicas a ecossistemas maduros para gerar apresentações executivas focadas em evidências, riscos e recomendações estratégicas para a diretoria. O resultado é a institucionalização de um processo de conversão de inteligência externa em ação concreta, garantindo que o aprendizado se transforme em vantagem competitiva e decisões de investimento conscientes.
No contexto de inovação aberta, o alinhamento estratégico e organizacional constitui a capacidade de articular ambições de curto, médio e longo prazo ao modelo de negócios e à governança da empresa. Ela se manifesta principalmente na relação entre modelo de negócios, estruturas de gestão e cultura organizacional.
NÍVEL 1 → 2
O módulo de microlearning e nanolearning implementa um framework de execução ágil focado em governança, tese com ICTs e go-to-market. O objetivo é padronizar a tomada de decisão técnica e eliminar gargalos em projetos desconectados da estratégia corporativa. O resultado é a mitigação de riscos de investimento e a aceleração da captura de valor através de um pipeline de inovação mais disciplinado e orientado ao mercado.
NÍVEL 2 → 3
O módulo implementa rituais de decisão e dashboards de alocação de capital, integrando alçadas financeiras a playbooks de governança e gestão de riscos com ICTs. A iniciativa transforma a inovação em um ativo estratégico-financeiro, substituindo decisões intuitivas por processos estruturados de stage-gate e análise de sensibilidade. O resultado é a transparência total sobre o ROI dos investimentos, maior velocidade na liberação de recursos e a mitigação de riscos legais e técnicos, garantindo disciplina na execução da estratégia e equilíbrio entre horizontes de inovação.
NÍVEL 3 → 4
O módulo integra Coaching e Workshops para elevar a maturidade da inovação do nível operacional ao estratégico. Enquanto o coaching desenvolve as soft skills (negociação e inteligência emocional) necessárias para lidar com parcerias complexas, o workshop formaliza a estrutura de um Comitê de Inovação. O foco é garantir que a governança não seja apenas um processo escrito, mas uma prática ancorada em líderes capacitados para mediar conflitos e tomar decisões coletivas de alto impacto.
NÍVEL 1 → 2
O módulo implementa um framework de nivelamento tático e workshop de decisão estratégica para unificar o repertório das lideranças sobre inovação aberta. A iniciativa substitui visões fragmentadas por critérios padronizados de governança de portfólio, parcerias com ICTs e business cases tecnológicos. O resultado é a criação de uma base institucional de decisão que elimina inconsistências na priorização de projetos, garantindo que todas as áreas atuem com alinhamento, agilidade e coerência estratégica frente ao mercado.
NÍVEL 2 → 3
O módulo estrutura a governança de inovação via workshops de alinhamento multidisciplinar e criação de playbooks baseados na ISO 56001. A iniciativa formaliza papéis entre P&D, jurídico e áreas de negócio, estabelecendo critérios de decisão para mini-gates e análise de riscos técnicos e legais. O resultado é a eliminação de processos fragmentados e da informalidade decisória (Nível 3), garantindo ciclos de inovação mais rápidos, previsibilidade jurídica e total alinhamento estratégico nas parcerias com ICTs.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa uma matriz de priorizações e rotinas trimestrais de alinhamento com a diretoria para garantir a coerência entre tese e alocação de recursos. A iniciativa formaliza os limites de escopo e áreas de investimento, acelerando decisões em escala organizacional. O resultado é a eliminação da dispersão de capital e o fortalecimento do accountability, protegendo a agenda de inovação contra interesses concorrentes e garantindo foco total em vetores reais de crescimento.
No Brasil, o ambiente regulatório e os instrumentos de incentivo — como legislações setoriais, regimes setoriais (como do setor da mobilidade) e linhas de financiamento de agências de fomento — criam as bases para que empresas ampliem investimentos em P&D e estabeleçam parcerias estratégicas com universidades e centros de pesquisa. Esses mecanismos podem reduzir riscos, diversificar fontes de financiamento e assegurar viabilidade financeira para projetos de maior complexidade tecnológica.
NÍVEL 1 → 2
O módulo utiliza micro conteúdos e dinâmicas de engajamento para capacitar as áreas na identificação de incentivos fiscais e fomento (Lei do Bem, Finep, Embrapii). A iniciativa traduz exigências técnicas em missões práticas, criando a base para o reconhecimento de projetos elegíveis no fluxo de P&D. O resultado é a construção de um pipeline de captação de recursos e a redução de perdas financeiras por falta de enquadramento, garantindo que a organização maximize a recuperação de impostos e o acesso a capital subsidiado.
NÍVEL 2 → 3
O módulo implementa simuladores de captação e desafios de escrita técnica para elevar a autonomia na submissão de editais estratégicos (Nível 3). A iniciativa utiliza dinâmicas de portfólio e matrizes de elegibilidade para ICTs, capacitando os times a estruturar propostas competitivas sem dependência externa. O resultado é o aumento da taxa de aprovação junto a agências de fomento e a otimização do capital para inovação, garantindo maior volume de recursos captados e alinhamento total com as metas de P&D da companhia.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa oficinas de ajuste sistêmico no ERP e de estratégia de capital para unificar a lógica técnica, fiscal e financeira. A iniciativa automatiza a segregação de custos de P&D, garantindo conformidade plena com a Lei do Bem e eliminando riscos de auditoria. O resultado é a institucionalização de um plano de financiamento de longo prazo que combina capital próprio e crédito subsidiado, assegurando previsibilidade de investimento para projetos de alto risco e maximizando o retorno sobre o capital investido.
NÍVEL 1 → 2
Este módulo habilita a organização a prospectar e acessar estrategicamente incentivos fiscais e linhas de financiamento (Lei do Bem, Finep, Embrapii). A entrega institucionaliza o protocolo ‘Fomento em 3 passos’, que converte projetos de P&D em ativos elegíveis para captação de recursos e recuperação de impostos. O resultado é a redução imediata do custo de capital da inovação e a blindagem fiscal da companhia, garantindo a máxima eficiência financeira e o aproveitamento integral de subsídios governamentais.
NÍVEL 2 → 3
Este módulo profissionaliza a submissão de projetos para agências de fomento (Finep, BNDES), instalando rigor técnico na elaboração de pré-propostas e na seleção de parceiros tecnológicos. A entrega estabelece a matriz de elegibilidade e fluxos de validação de ICTs, garantindo que as submissões cumpram 100% dos requisitos dos editais. O resultado é o aumento da taxa de aprovação de recursos e a eliminação de retrabalhos por erros de interpretação, assegurando que a organização acesse editais de maior porte com conformidade plena e competitividade técnica.
NÍVEL 3 → 4
Este módulo integra as lógicas técnica, fiscal e financeira da companhia através da automação da segregação de custos de P&D no ERP e da estruturação de um plano de financiamento multinefasto. A entrega elimina falhas manuais e garante conformidade auditável para a Lei do Bem, combinando capital próprio e crédito subsidiado para viabilizar projetos de alto risco (H2 e H3). O resultado é a blindagem contra riscos de auditoria e a garantia de previsibilidade orçamentária, maximizando a recuperação de impostos e o fôlego financeiro para a inovação estratégica.
Constitui uma capacidade estratégica que assegura o equilíbrio entre abertura e proteção dos conhecimentos transacionados. Nesse contexto, empresas assumem papéis tanto de compradoras quanto de vendedoras de ativos de PI, realizando o licenciamento de tecnologias externas e internas de acordo com sua estratégia de negócios.
NÍVEL 1 → 2
O módulo implementa sistemas de IA para a gestão autônoma de Propriedade Intelectual (PI), convertendo requisitos jurídicos em ferramentas de consulta imediata para áreas técnicas. A iniciativa democratiza o compliance de PI e elimina gargalos operacionais no departamento jurídico, acelerando o registro e a proteção de ativos. O resultado é a mitigação de riscos de perda de direitos e a redução de retrabalhos, garantindo que a inovação seja blindada no fluxo cotidiano de P&D através de uma governança digitalizada e escalável
NÍVEL 2 → 3
Este módulo estabelece fóruns de prática para converter a complexidade jurídica de Propriedade Intelectual em inteligência operacional distribuída entre as áreas. O foco reside na padronização de minutas, modelos de licenciamento e protocolos de titularidade para inovação aberta. A iniciativa reduz conflitos pré-contratuais e acelera os ciclos de negociação com parceiros. O benefício é uma operação blindada e autônoma, capaz de formalizar parcerias com agilidade e plena segurança jurídica.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa fóruns de prática e inteligência distribuída para elevar a gestão de PI ao nível estratégico (Nível 4). Através de rodadas guiadas sobre due diligence, FTO e licenciamento, a iniciativa converte riscos jurídicos em decisões de negócio ágeis, reduzindo a dependência do departamento jurídico. O resultado é a institucionalização de competências críticas que eliminam erros em parcerias tecnológicas e transformam a Propriedade Intelectual em uma alavanca de competitividade e novos modelos de receita.
NÍVEL 1 → 2
Este módulo estabelece a blindagem jurídica inicial da organização através da implementação de protocolos de compliance para Propriedade Intelectual e colaboração externa. A entrega integra guias operacionais de interação com o jurídico e minutas estratégicas de NDA para acelerar a formalização de parcerias com segurança. O resultado é a mitigação imediata de riscos legais em processos de inovação aberta, substituindo vulnerabilidades operacionais por uma cultura de proteção de ativos intangíveis e garantindo que a empresa atue com soberania técnica desde o primeiro contato com parceiros externos.
NÍVEL 2 → 3
Este módulo instala a capacidade crítica de análise de risco e governança de Propriedade Intelectual (PI) necessária para negociações de alta complexidade. Através de simulações de acordos e handbooks operacionais, a iniciativa habilita as equipes a interpretar cláusulas de titularidade e realizar due diligence técnica com autonomia. O resultado é a redução drástica de vulnerabilidades contratuais e a eliminação de assimetrias entre as áreas técnica e jurídica, garantindo parcerias externas seguras, velozes e totalmente alinhadas à estratégia de defesa de ativos da companhia.
NÍVEL 3 → 4
Este módulo consolida a infraestrutura organizacional para a proteção e gestão estratégica de ativos intangíveis, elevando a governança de PI ao nível de maturidade máxima (Nível 4). A entrega formaliza processos de cessão de direitos, fluxos de titularidade e análises avançadas de Liberdade de Operação (FTO) para blindar investimentos de prototipagem e comercialização. O resultado é a transformação do conhecimento em patrimônio jurídico permanente, garantindo total rastreabilidade, eliminação de ambiguidades contratuais e a segurança necessária para escalar inovações disruptivas sob controle total da organização.
Embora a inovação aberta dependa de redes externas, a pesquisa e desenvolvimento interno permanece como pilar importante na relação de empresas com universidades. Organizações com P&D robusto conseguem interagir de maneira qualificada com parceiros externos e transformar ideias em soluções aplicáveis. O P&D interno define o que deve ser feito externamente, e absorve os resultados de colaborações, sendo responsável por transformar o conhecimento externo em produtos concretos.
NÍVEL 1 → 2
O módulo estabelece o nivelamento tático das lideranças via workshops de prontidão sobre TRL/MRL e validação experimental. A iniciativa substitui o conhecimento fragmentado por uma linguagem técnica padronizada, eliminando assimetrias entre áreas operacionais e de P&D. O resultado é a redução de erros nos gates de decisão e a transformação do P&D em um habilitador estratégico, garantindo que o desenvolvimento tecnológico seja acelerado por critérios claros de manufatura e viabilidade comercial.
NÍVEL 2 → 3
O módulo implementa mentorias técnicas e protocolos de troca de experiências para converter o conhecimento tácito em ativos de prontidão industrial. A iniciativa foca na aplicação prática de TRL/MRL e no rigor documental, eliminando a dependência de especialistas isolados e a repetição de erros históricos. O resultado é a institucionalização de critérios técnicos homogêneos, que reduzem a subjetividade nas validações e garantem decisões seguras sobre a escalabilidade de projetos de P&D.
NÍVEL 3 → 4
O módulo implementa simulações de alto nível para o estresse de governança e gestão de portfólio tecnológico. A iniciativa atua como um simulador avançado onde lideranças decidem sobre alocação de recursos, critérios de gate e riscos industriais sob pressão. O resultado é a desfragmentação entre P&D, Engenharia e Manufatura, consolidando o Nível 4 de maturidade. Ao simular decisões críticas, a empresa blinda o comitê contra vieses e erros de investimento, garantindo precisão técnica e velocidade na execução da estratégia.
NÍVEL 1 → 2
Este módulo institui o rigor metodológico no P&D interno através da implementação dos frameworks TRL e MRL como critérios obrigatórios de decisão. A entrega substitui a informalidade por fluxos de experimentação baseados em evidências, checklists de autoavaliação e documentação técnica rastreável aplicada a projetos-piloto. O resultado é a eliminação de erros de julgamento e retrabalhos, garantindo que o desenvolvimento tecnológico possua previsibilidade, segurança documental e uma base sólida para a escalabilidade industrial dos projetos
NÍVEL 2 → 3
Este módulo visa profissionalizar o avanço tecnológico através da implementação de gate reviews baseadas em evidências técnicas e viabilidade industrial. A entrega estabelece critérios formais para a transição entre estágios de P&D, utilizando os frameworks TRL e MRL para mitigar riscos no escalonamento de pilotos. O resultado é a eliminação de avanços precoces e falhas de alocação de recursos, garantindo que projetos de alta complexidade possuam robustez metodológica e segurança técnica para transitar do ambiente experimental para a escala industrial.
NÍVEL 3 → 4
Este módulo institucionaliza a gestão estratégica do P&D através da implementação de um sistema de governança baseado em roadmaps tecnológicos e painéis de decisão TRL/MRL. A entrega estabelece mecanismos formais de priorização e accountability, alinhando iniciativas de curto e longo prazo (ambidestria) à visão de negócio da companhia. O resultado é a eliminação de projetos ‘zumbis’ e da dispersão de capital, garantindo previsibilidade sobre o impacto dos investimentos e consolidando uma estrutura decisória madura (Nível 4) para a aceleração tecnológica.